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Evangelho Meditado

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

Gn 8,6-13.20-22: Noé olhou e viu que toda a superfície da terra estava seca.

Sl 115, 12-13. 14-15. 18-19 (R. 17a): Oferto ao Senhor um sacrifício de louvor.

Mc 8,22-26: O cego ficou curado, e enxergava todas as coisas com nitidez.

Naquele tempo: Jesus e seus discípulos chegaram a Betsaida. Algumas pessoas trouxeram-lhe um cego e pediram a Jesus que tocasse nele. Jesus pegou o cego pela mão, levou-o para fora do povoado, cuspiu nos olhos dele, colocou as mãos sobre ele, e perguntou: 'Estás vendo alguma coisa?' O homem levantou os olhos e disse: 'Estou vendo os homens. Eles parecem árvores que andam.' Então Jesus colocou de novo as mãos sobre os olhos dele e ele passou a enxergar claramente. Ficou curado, e enxergava todas as coisas com nitidez. Jesus mandou o homem ir para casa, e lhe disse: 'Não entres no povoado!'

Comentário

A cegueira dos discípulos nas anteriores passagens é contrastada agora nesta nova passagem na qual Jesus cura um cego. É claro, este cego curado por Jesus indica no evangelho a passagem da cegueira para a iluminação que Jesus vai realizando nos discípulos para que o reconheçam como o Messias, Filho de Deus. Deste modo, a fé na pessoa de Jesus tem todo um processo. Como o cego, às vezes tudo é impreciso e não vê nada com clareza. A fé também costuma ser confusa, a ponto de confundir homens com árvores como aconteceu com o cego. Por esta razão, o gesto de voltar a impor as mãos sobre o cego é sinal que se trata de algo gradual. Assim, pois, quem se torna discípulo de Jesus vai necessitar da luz do evangelho para alcançar a fé. Deverá abrir os olhos para reconhecer a Jesus e sua mensagem de salvação através da história na comunidade.

Santo do Dia

São Euquério

c. 690-738 ? bispo e confessor


O bispo e confessor S.Euquério viveu em Orleans,por volta de 690. Teólogo, versado em Direito Canônico e Patrística, fez-se monge do mosteiro de Jumièges,às margens do rio Sena. Eleito bispo de Orleans, procurou restaurar a disciplina eclesiástica. Por intrigas palacianas e temendo a grande influência de S. Euquério, que o acusava de apropriar-se das rendas da Igreja para fins bélicos, Carlos Martelo exilou-o em Colônia. No exílio, ganhou o respeito e a estima de todos. Incomodado com a popularidade do Santo, Carlos Martelo quis confiná-lo numa prisão em Liège, o que acabou acontecendo, porque o duque Haspengau o tornou seu esmoler. Morreu no exílio, por volta do ano 738.

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