Os desafios para a formação

 

A Exortação do XXVI Capítulo Geral nos aponta que, tal como o comodismo, o individualismo e a indiferença, a idolatria continuam sendo uma tentação que nos atrai fortemente e à qual não deixamos de sucumbir.

Precisamos continuar qualificando nossas experiências profundas de encontro com o Senhor na oração pessoal e nos momentos de oração comunitária e compartilhada. Mais uma vez, a experiência profunda da Eucaristia e os dinamismos encorajadores nas nossas Constituições mostram-nos a sua fecunda relevância.

A participação em algumas experiências intensas, propostas pela Congregação, como a Frágua, ainda é vista como algo excepcional. Precisamos criar uma cultura de renovação espiritual que nos ajude a aproveitar essas experiências como dinamismos de crescimento em nosso caminho missionário.

Precisamos prestar mais atenção, não só aos conteúdos, mas também aos processos, para que a formação inicial seja verdadeiramente abrangente e transformadora e nela se cuide da harmonia da mente, do coração e da vontade. Continua sendo uma prioridade preparar e qualificar formadores para acompanhar esses processos.

Diante desses desafios, a Província do Brasil se compromete a:

a) Alimentar a espiritualidade por meio da Eucaristia, da assídua meditação da Palavra, dos escritos espirituais claretianos e outros, do Magistério da Igreja, do retiro mensal da comunidade e do zelo na preparação das homilias.

b) Elaborar meios de formação inicial e permanente que propiciem uma integração de todas as dimensões do desenvolvimento humano.

c) Oferecer um projeto de especialização que estimule os claretianos a buscar qualificação, para responder aos desafios atuais das diversas frentes da Província (formação/apostolado/economia/Somi/etc.).

d) Fortalecer a cultura do acompanhamento e do discernimento vocacional em todas as comunidades claretianas, à luz do Plano Geral de Formação, do Plano Provincial de Formação e do Diretório Vocacional, contemplando a vivência da vocação religiosa claretiana: irmãos consagrados, diáconos e sacerdotes.

e) Cultivar a vida comunitária como um espaço de acolhida de todos, promovendo um ambiente saudável de convivência fraterna e mútuos cuidados, fortalecida pela espiritualidade e carisma claretiano.

f) Fomentar a formação inicial e continuada para aprofundar o conhecimento e a experiência de Jesus Cristo (cf. QC 46).

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